Ser Resistência

Em vez de ser resistência, seja proativo, colaborativo e faça a mudança em sua comunidade!
Promova oportunidade a uma pessoa simples, ensine seus filhos a tratarem a todos com respeito, elogie as pessoas de seu convívio. Participe das reuniões de seu condomínio, da escola, participe das atividades de sua cidade.
Nos feriados da pátria, faça trabalho voluntário, limpe a rua onde mora, ajude alguém.
Valorize os policiais que arriscam suas vidas, seja contra as drogas que corrompem o sistema e faz a força dos traficantes.
Não beba ou use celular quando for dirigir.
Faça sua parte como cidadão, e perceba se ao seu redor, como as coisas melhoram, veja como será mais produtivo, positivo e valioso.
Não importa em quem votamos, importante é fazer o melhor. Isso é ser responsável.
Chega de ódio, títulos e segregação.
Precisamos nos unir.
Os brasileiros são pessoas boas, trabalhadoras!
Vejo muito” anti- facistas” pregando ódio e segregação, isso é Facismo, superioridade. Já passamos por isso, ninguém ganha.
Lutar para que todos cresçamos juntos.
A prática é a mudança!
Vamos agregar, ajudar e realizar. Vamos juntos ser nossa melhor versão, não por quem ganhou, mas por quem somos.

Abraços e saúde!
Por: Mayra Cordeiro

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DÍA INTERNACIONAL DEL ACTOR

El 26 de agosto se celebró el Día Internacional del Actor. Esta jornada se celebra en memoria de San Ginés, quien fuera un actor romano del siglo III, considerado un mártir por el catolicismo. Saludamos a nuestros compañeros, actores y actrices que llevan adelante el arte de la representación.

San Ginés es el personaje histórico que ha originado la celebración del Día Internacional del Actor. La tradición cuenta que durante una representación teatral frente al emperador Diocleciano y un público en el que se encontraban los políticos de la época, Ginés parodia en tono burlón el sacramento del bautismo cristiano.

En el momento de interpretar el acto del bautismo sucedió un milagro. Al recibir el agua, él mismo se convirtió al catolicismo y expresó creer firmemente en la fe de Cristo. Luego, exhortó a los presentes a recibir el sacramento y se produjo en el Emperador el mismo acto de fe.

Sin embargo, los políticos presentes consideraron la representación como una blasfemia y condenaron a Ginés a recibir torturas y luego, a la decapitación.

Ginés se convirtió en el santo teatral, ya que encontró a Dios en pleno ejercicio de su profesión, interpretando una ficción encontró una verdad, y por defenderla encontró el martirio y la muerte.

San Ginés es representado con una máscara, símbolo del teatro, y un instrumento de cuerdas. Ha inspirado a grandes artistas. Lope de Vega escribió la tragicomedia “Lo fingido verdadero” basándose en su historia, el dramaturgo francés Jean de Rotrou creó “El verdadero San Ginés” y Henri Gheon, el drama “El comediante atrapado”.

A VOLTA TRIUNFAL DO CIGARRO AO CINEMA

Se você aprecia cinema , é bom observador e não é fumante, já deve ter reparado no aumento exagerado no número de cenas onde personagens fumam nos filmes nos últimos 3 anos. Pois é, a indústria do cigarro voltou a investir pesado em propaganda no cinema mesmo não podendo mostrar as marcas descaradamente como no passado, perceberam que induzir ao vício é mais importante do que cativar consumidores para o produto da sua empresa pela marca.

Deixo aqui um trecho de um artigo para a reflexão:

“Os comerciais de cigarro foram banidos da mídia e dos outdoors em várias partes do mundo, com o objetivo de evitar o estímulo ao fumo, vício considerado uma das maiores causas de mortalidade humana. O cigarro, que no passado esteve associado à imagem de sensualidade, poder e rebeldia, voltou a estar presente, e de forma cada vez mais freqüente, nas cenas dos filmes contemporâneos. Desde a década de 1950, o cinema não mostrava tantas cenas com atores fumando, o que incentiva adolescentes a dar sua primeira tragada, segundo constatou Madeleine Dalton e seus colegas em artigo publicado na edição de 10 de junho último, no periódico inglês The Lancet.

De acordo com os autores da pesquisa, o fumo nos filmes é responsável por cerca de 52% da iniciação em jovens de 10 a 14 anos, e tem um efeito subliminar mais poderoso que nos comerciais, responsáveis por 34% dos casos.”

GELADO BARILOCHE

Tudo começou quando ainda criança eu me encantei com a foto de uma receita de sobremesa de nome “GELADO BARILOCHE” em um livro de receitas antigo chamado “A VOLTA AO MUNDO EM RECEITAS SOCÔCO” , que era um livro que trazia receitas com produtos a base de côco que foram criadas inspiradas na cultura culinária e características de vários países do mundo. A tal sobremesa representava a cidade Argentina de Bariloche famosa por ser uma das poucas localidades onde neva na tropical américa do sul. Por muitas vezes eu pedi para minha mãe para fazermos aquela sobremesa,  – uma espécie de pavê – e ela sempre se recusava alegando se tratar de uma receita “muito cara”, pois levava muitos ingredientes e alguns deles na época tinham um preço alto. Finalmente um ano eu consegui convencê-la a fazermos o doce para o Ano Novo – ocasião, assim como o Natal, onde se gastava um pouco mais de dinheiro para fazer pratos especiais – e nós fizemos juntas. Lembro que enquanto esperávamos um dos cremes esfriar para começar a montar a sobremesa (que era feita em camadas de diferentes ingredientes) eu , lendo pela centésima vez o cabeçalho da página que descrevia as características da localidade na qual o doce era inspirado, encantada com a parte que dizia que o côco que cobria o doce representava a neve disse sonhadora: “Um dia irei nesse lugar e quando eu chegar lá vou brincar na neve.”

Depois de adulta, quando eu disse para algumas pessoas que tinha vontade de conhecer Bariloche, teve aquelas que disseram: “Como você é orgulhosa/tem muito ego/se acha, quer ir para um lugar onde só vai gente rica…você é pobre, nunca irá conseguir ir para esse lugar, esquece!”… outras riram e disseram: “você não tem dinheiro nem para andar de ônibus que dirá para ir um dia para um lugar para onde só se pode ir de avião e pra onde só vai gente rica, acorda, seja mais humilde!”

Eu até concordava que se Bariloche estivesse localizada na América do Norte ou na Europa, conhecer essa cidade talvez fosse mesmo um sonho impossível, mas sendo uma cidade da Argentina, país fronteiriço com o nosso e na mesma categoria de desenvolvimento eu me recusava a aceitar a ideia de que eu nunca iria poder ir a essa cidade.

Enfim, eu conheci Bariloche, estive lá por uma semana com meu namorado, que é Argentino de Buenos Aires, cidade onde estou vivendo atualmente.

Segue as fotos que atestam que os sonhos podem se tornar realidade.

NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS!

Los que no toman alcohol no se quedaran más solos.

Encontré ese artigo de La Vanguardia y me quedé muy contenta por saber que hay más gente en el mundo como yo…

No fumas: eres un afortunado. Has levantado el pie del acelerador: te mereces un premio por ser un conductor responsable. Optas por ser vegetariana o vegano: enhorabuena, porque velas por tu salud. No tomas ni una gota de alcohol: eres un bicho raro. En una sociedad cada día más volcada al culto por el cuerpo, la alimentación saludable o el civismo, los abstemios por voluntad propia siguen siendo unos incomprendidos para la mayoría.

Y lo más pesado, por repetitivo, para esas personas que no prueban ni una gota de alcohol –sin que pesen en esa decisión motivos médicos, religiosos o de creencias– es dar continuamente explicaciones del por qué de esa opción. Algo que ya no pasa, por citar sólo unos ejemplos, con los que reniegan de la carne, aquellas personas que no fuman o las que han retirado de su dieta los productos lácteos.

Planteada esta comparación, no extraña que los abstemios por voluntad propia pidan hoy, como nunca, que les dejen tranquilos. Dicen estar hartos de tener que justificarse cada vez que entran en un bar y piden un refresco, cuando rechazan el alcohol en una reunión de amigos o cuando sólo beben agua en un encuentro familiar.

Jennifer López y Jared Leto fueron los primeros en adoptar esta filosofía de vida

Ser abstemio es hoy una tendencia que no para de ganar adeptos. Tiene hasta nombre: teetotalism. Y el éxito que está cosechando esta opción, consideran expertos en salud, no debería de extrañar en una sociedad cada día más obsesionada con lo saludable, que ha eliminado de la dieta diaria productos consumidos desde siempre, como las grasas saturadas, el azúcar, la sal, los lácteos o la carne. Era cuestión de tiempo que el alcohol se sumara a esa lista.

Los teetotalers o teetotals pisan fuerte en Estados Unidos. En ese país no paran de aparecer personas que manifiestan públicamente y con orgullo haberse sumado a esta tendencia. Es como una salida del armario, pero con los licores. El término elegido para referirse a estos abstemios de la era moderna fue acuñado a principios del siglo pasado por Joseph Livesey, de la Preston Temperance Society, una organización fundada en 1936 con un único propósito: acabar con el daño social causado por el monopolio del alcohol.

Los teetotals del siglo XXI no parecen buscar, sin embargo, otra cruzada global contra el alcohol. Su decisión es una opción personal y particular que aseguran tiene muchos beneficios para su salud física y mental. Y aquí no vale defender que un par de copas de vino puede ser incluso beneficioso o que una cerveza no hace daño a nadie. El que apuesta por ser abstemio lo hace con todas las consecuencias. Ni una gota de licor. El premio: un aspecto estupendo, adiós a las resacas, ningún mensaje de WhatsApp por el que lamentarse enviado a altas horas de la madrugada, no más lagunas de memoria y muchas mañanas, después de una noche de fiesta, aprovechadas al máximo.

Las personas que pasan del licor piden el mismo trato que el de los no fumadores o veganos

En ese grupo de abstemios convencidos se cuentan personajes que van desde Donald Trump o George Bush, hasta la Reina Letizia o Kim Kardashian, pasando por las consideradas gurús de esta tendencia nacida en EE.UU., Jennifer López y Jared Leto. Las dos últimas hace ya años que defienden públicamente los beneficios que tiene en la salud y estética ser abstemio. Natalie Portman, Katy Perry, Tyra Banks, David Beckham o Gwyneth Paltrow son otros de los personajes conocidos a los que nunca se ve con una copa de licor en la mano. A esa lista de teetotals se han sumado también en los últimos tiempos otros personajes que han llegado a ese estadio por otros caminos. Son personas que han renunciado al alcohol después de haber pagado caras facturas por un consumo excesivo, como el cantante de Depeche Mode, Dave Gahan, Rob Lowe, Ben Afflek, Colin Farrell o Gerald Butler.

Todos estos personajes abstemios por convicción coinciden, al hablar del tema, en lo difícil que resulta muchas veces –en una sociedad con tanto bebedor social– mantener esa opción. La mayoría de negocios o tratos siguen cerrándose en cenas y comidas, con copas en la mesa y son aún muchos los que no conciben encuentros entre amigos, reuniones de trabajo o citas familiares señaladas sin alcohol.

La mayoría de locales nocturnos despliegan además, se quejan los abstemios, muy poca imaginación para ofrecer copas sin licor con el mismo aspecto a las que sí lo incluyen. Sólo se salvarían las coctelerías, que poco a poco van introduciendo en sus cartas combinados pensados para el abstemio. Con la misma vistosidad, esmero en su preparación y calidad que los cócteles que llevan alcohol. Y eso no deja de ser un alivio para los teetotals, pues se ahorran muchas explicaciones cuando las personas que les rodean no detectan si ingieren o no alcohol.

Los locales que sirven cócteles han sido los primeros en advertir que hay negocio entre el público abstemio. Aunque al principio, cuando esta tendencia era menos conocida, muchos de esos clientes que pedían combinados sin alcohol no lo tuvieron tan fácil. Esas copas sin licor fueron bautizadas como “mócteles”, término que tiene su origen en la palabra inglesa mock (en español, burla). Los primeros camareros que empezaron a servir esos vistosos combinados sin alcohol fueron los que pusieron a estas copas el nombre de mocktail al interpretar que eso no era una copa como mandan los cánones. Se equivocaron.

Estadios en el mundo del alcohol

1. Abstemios

Persona que no disfruta con la ingesta de alcohol o muestra desagrado a su gusto y efectos. O aquellas que deciden no probar ni una gota de licor, sin que haya razones médicas, culturales o religiosas, para prevenir sus daños y consecuencias.

2. Bebedores sociales

El alcohol forma parte de su proceso de socialización, pero no es esencial. No toleran la embriaguez y raras veces llegan a ese estadio. Suele ser en días contados, como una boda, en Fin de Año o en una celebración muy especial

3. Alcohólicos Sociales

Se intoxican con frecuencia, pero suelen controlar su conducta. Planifican sus salidas para tomar una copa. Suelen tolerar bien los efectos del alcohol. Un alcohólico social siempre encontrará un momento para tomar una copa. La bebida no suele interferir en su vida familiar y laboral mientras se controla bien la situación

4. Alcohólicos

Tiene una gran dependencia, hasta convertirse en adicción hacia el alcohol. Todas sus conductas están asociadas con la bebida. Su vida familiar y laboral se ve alterada por esa dependencia, que no se controla

Brasil na Copa da Rusia

Não teve hexa, mas teve a família inteira se reunindo na sala, teve confraternização de amigos, teve o orgulho de vestir o verde e amarelo apesar de todas adversidades, teve gol, teve dias felizes, atitudes bonitas dentro e fora de campo e o mais importante (que só quem torceu contra não entende):
Nunca será só futebol!
Vai além…
Valeu, Brasil!
(By Fatima Maia 😍😍)

Pelé : Santo de Casa não faz Milagre

Compartilho aqui o texto de Thomaz Thiago Barbosa, um amigo de Facebook sobre porque Pelé não é idolatrado no Brasil como é em outros países.

PELÉ

De quatro em quatro anos, o brasileiro relembra o Rei Pelé e celebra em verso e prosa o homem que colocou o Brasil no mapa do mundo. No mundial de futebol passado, adaptaram a versão santista dos “mil gols, mil gols!” para provocar os argentinos, louvando-o.

Neste meio tempo, contudo, o mais comum é ouvir o brasileiro médio, ao ser questionado sobre o que acha de Pelé, dizer: “é um bosta”; “odeio esse cara” ou ainda indagar “O Édson ou o Pelé?” como se um não fosse o outro.

Tom Jobim já dizia: “No Brasil, o sucesso é ofensa pessoal” e, nesta linha, arrematou: “O povo odeia o Pelé porque deu certo e ama o Garrincha porque morreu na miséria”.

Mas mais do que isso. Pelé é detestado na maior parte do tempo pelo brasileiro médio porque a mídia quis assim e nos contaminou.

Nelson Rodrigues, décadas atrás, publicou no livro “A Cabra Vadia” uma crônica intitulada “O Palavrão”. Nela, dizia que “as esquerdas” não faziam revolução porque estava “ocupada em se autopromover”, citando a ocupação de espaços gramcista que, deste então, fazia dos críticos de jornais um ativista da causa, acima de tudo. Para Nelson, a esquerda ocupou as redações e fazia ” a glória, ou execração” de acordo com o campo ideológico do sujeito.

O imperdoável pecado de Pelé foi, portanto, ter encerrado a carreira nos Estados Unidos e, de lá para cá, ter sido recebido inúmeras vezes na Casa Branca por diferentes presidentes, ao invés de cultuar Che Guevara e fumar charutos ao lado de Fidel, o queridinhos das esquerdas no século XX. Nossas redações, abarrotada de ativistas do socialismo, jamais engoliram que um homem negro tenha vencido na vida e, do alto, não criticasse sistematicamente o racismo e não fosse, como eles, um militante. Não toleravam que, tendo vencido o preconceito, Pelé não tenha se alinhado a eles e tenha preferido valer-se de seu nome, sua marca, para ser tão inteligente fora de campo quanto foi dentro dele, ganhando dinheiro e enriquecendo, exemplificando o sucesso do capitalismo em um menino negro e pobre que se superou através de um dom único.

É por isso que omitiram e subverteram, acerca da história da “filha não assumida”, o fato de que Pelé assumiu Flávia Kurtz, uma outra filha, sem qualquer tipo de empecilho. E que Sandra, na verdade, sempre fez questão de demonstrar repúdio pelo pai, sob influência da mãe, e que apenas o procurou para fins de herança, ainda que não abrisse mão de desprezá-lo e humilhá-lo sempre que possível.

Esta história e suas particularidades, as coisas que se passaram com Pelé e sua família por causa deste caso, não são contadas, não interessam. Para as redações, sempre foi muito mais importante macular a imagem do ídolo, do herói, como um pai insensível e mau caráter. Para eles, Pelé é o negro que virou as costas para o racismo e foi viver entre os brancos, como se pensar dessa maneira já não fosse uma forma de racismo e segregação.

Odiar Pelé é, para a maior parte dos brasileiros, um vício incutido ao longo das décadas, reproduzido de forma quase que impulsiva e completamente ingênua. Para as redações e intelectuais, contudo, é uma longa estratégia pérfida de difamação e destruição de reputação, pensada com o propósito claro de esvaziar a credibilidade de uma influente figura nacional que nunca se vergou ao politicamente correto ou àquilo que os “entendidos” achavam que ele deveria ser e fazer.