VIRADA CULTURAL EM SJC

Fui curtir a VIRADA CULTURAL PAULISTA no dia 14, como acontece em toda virada nunca dá pra gente ver tudo o que a gente quer, mas sempre se curte.

Assisti ao espetáculo de abertura Florilégio musical com Mira Haas e Carlos Moreno  o ex-garoto propaganda da BOMBRIL ( Ah! como ele faz falta! A campanha com mulheres é muito ruim, só salva ali a Marisa Orth, a garota CQC é a pior).  Espetáculo fantástico com comicidade na medida certa, excelente seleção musical. O casal canta impecavelmente bem. O ponto destaque na minha opinião foi quando els cantaram “O cravo brigou com a Rosa”(não sei o nome exato da música)   à maneira dos rapers, com caracterização e tudo o  mais, foi hilário!

Outro ponto alto da noite foi o show I LOVE AMY  de Miranda Kassin, cantora extremamente  carismática de voz potente, acompanhada de uma banda afinadíssima (destaque para o bateirista André Frateschi que dividia vocais com ela. um sujeito camaleônico que se transformava vocalmente em uma mutação de Louis Armstrong com Rod Stwuart). Cantando hits da Amy Winnnehouse Kassin levantou a platéia literalmente: as pessoas levantaram-se das cadeiras e transformaram os corerredores entre os assentos em pista de dança  o que deixou o teatro municipal com cara de balada.

Após o show rolou o espetáculo que fechou a madrugada no Teatro Municipal, o  número de stand up comedy das meninas do HUMOR DE SALTO ALTO: Michele Machado, Cris Paiva e a convidada Marlei Cevada.

Michele Machado aproveitou seu estado interessante para destilar o veneno da comédia sobre o tema gravidez e fez o teatro quase vir abaixo com as gargalhadas quando falou sobre as agruras que nós mulheres passamos fazendo sexo oral nos homens.

Marlei Cevada mostrou pra quem não a conhecia nos palcos que é muito mais do que mostra com sua personagem Nina no programa “A PRAÇA É NOSSA” . Morri de rir com sua sátira do tema “filhos adotivos”.

Cris Paiva encerrou a apresentação mostrando o hilário das idotices que nós mulheres cometemos. Destaque para sua observação sobre o “problema do retrato falado no Japão”.

Momentos  do espetáculo que marcaram:

“Mulher grávida peida pra caralho, mas não caga… ganha uma hemorróida de presente…” (Machado)

“Na bandeira deveria ser escrito ‘ordem e progressiva’ …” (Cevada, sobre a importância “vital” da escova progressiva para a mulher brasileira)

“Qual a função moral do homem na sociedade? Falar merda!” (Paiva, sobre o domínio masculino no mercado de comédia stand up)

Não assisti nenhuma atração do domingo depois que o dia amanheceu, mas posso dizer que “virei” afinal esse último espetáculo acabou  por volta das 3 horas da madrugada.

Agora é só esperar que ano que vem tem mais.

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