CASO ELOÁ

Mais um caso encerrado, mais um caso famoso de crime passional resolvido pela justiça.

O criminoso condenado a 98 anos num sistema onde só é possivel cumprir no maximo 30 anos.

A ação policial mal planejada -o verdadeiro criminoso do caso – não foi julgada.

Mas isso não foi o que mais me intrigou. O que me deixou inconformada mesmo foi a falta de atitude, de presença de espirito do pai de Eloá.

O sujeito policial, criminoso foragido, que havia sido membro de um grupo de extermínio, ou seja um sujeito treinado pra matar, experiente em matar, “bom de dedo”- como se fala na gíria…Como um sujeito como esse vê a filha nas maos de um doente enciumado apontando uma arma pra cabeça dela e nao faz nada? Como esse sujeito passa mal como se fosse uma mulher gravida ao inves de tomar atitude de “policial  criminoso de grupo de extermínio”- o que ele é – e ir lá e salvar a filha?

Fugir quando soube que deu bandeira e havia sido reconhecido ele soube, agora salvar a filha do motoboy nóia e de um bando de policiais incompentes ele não soube.

Cada uma que parece duas! Definitivamente “não se fazem mais homens como antigamente”!

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