AIDS

Domingo no Fantástico foi exibida uma matéria sobre a AIDS, ao ver a chamada no meio do programa exclamei: “Finalmente!” Sim, “finalmente” falou-se no assunto.

Ninguém fala mais sobre AIDS, parece que foi erradicada. Nas novelas, personagens transam com todo mundo sem camisinha (a ponto de 3 homens desconfiarem que que engravidaram uma fulana que inventou uma falsa gravidez) e ninguém pega AIDS ou qualquer outra doença sexualmente transmissível.

Um travesti vindo da Europa,fica famoso, ele não tem AIDS, não fala no assunto na TV, como se sequer conhecesse alguém que tem.

Uma prostituta fica famosa depois de escrever um livro, ela também não tem, não fala no assunto na TV e nem no filme baseado sobre sua vida o assunto é abordado. Num filme que mostra o mundo da prostituição, ninguém tem Aids.

Dizem que evita-se falar no assunto para prevenir a discriminação, só que com essa atitude deixa-se de fazer campanha de prevenção.

Uma outra desculpa seria a de que AIDS se tornou uma doença crônica como outra qualquer, devido a eficácia do tratamento medicamentoso. Fala-se da “qualidade de vida” que os portadores tem hoje.

“Qualidade de vida”?! Ficar com o corpo e principalmene o rosto desfigurado (assemelhando-se a uma caveira) pela lipodistrofia (perda de gordura em locais onde ela é essencial como: em volta dos olhos, maçãs do rosto, nádegas, etc.), sofrer com azias, aftas, dores de estômago, alergias constantemente – apenas alguns dos efeitos colaterais causados pelo “coquetel” – isso é chamado de qualidade de vida.

AIDS ainda é a pior das doenças, dizem que ela não mata, mas ela abre a porta para as outras matarem porque destrói o sistema imunológico (as defesas do organismo), sendo assim uma simples gripe se transforma numa pneumonia que pode levar a morte.

Muitas pessoas morrem com AIDS todos os dias em hospitais públicos sem serem diagnosticadas. Pessoas que são internadas com pneumonia, tuberculose, por exemplo, e terminam morrendo em uma semana e os médicos não mandam fazer o teste de HIV, para saber se foi a AIDS que abriu as portas para essas infecções. RESULTADO: Nas estatísticas o número da mortalidade por AIDS diminui.

Prevenir-se a maioria absoluta da população, não anda fazendo mesmo. No dia em que camisinha vender mais que anticoncepcional e Viagra, pode-se ter certeza de que a populção se previne.

Homens homossexuais ainda são o principal grupo de risco – seguido das mulheres – mas como eles consomem 4 vezes mais que os heterossexuais (tanto homens, como mulheres) não se pode falar isso.

Homens homossexuais e mulheres, vivendo na prostituição ou não estão no topo da lista, do ranking dos que correm mais risco de contrair, dos que mais se contaminam. POR QUE?

A RESPOSTA: O sêmem é imunodepressor (abaixa a imunidade). Sim, o  sêmem tem essa “qualidade” , porque sendo o veículo que conduz os espermatozóides , ele tem que protegê-los de tudo o que possa vir a mata-los, e a forma com que ele faz isso é “deprimindo”, ou seja, enfraquecendo tudo o que encontra pelo ambiente por onde ele passa. No antigo Egito os faraós se banhavam com esperma de escravos para tratar de doenças de pele, o esperma matava as bactérias, (até que descobriram que a etnia, a raça dos escravos tinha doenças muito piores que as de pessoas de outras etnias e que quando essas doenças pegavam num outro povo a desgraça era grande e é assim até hoje).

A vagina abriga uma rica flora bacteriana para a sua proteção, mas o sêmem consegue enfraquecer esse sistema de proteção. O ânus não possui sistema de defesa e como não possui lubrificação, fissuras (pequenos cortes entre as dobras) sempre aparecem e estas se transformam na porta de entrada perfeita para o vírus HIV; por isso o risco de se contrair a doença por meio do sexo anal é muito maior do que no sexo vaginal ( a proporçãode relações é de 8 de sexo anal para 100 de vaginal).

Quanto mais contato com esperma, mais deprimido, mais desprotegido fica a região onde ele cai, ou seja organismo menos protegido, no caso de diferentes espermas pior ainda. Em suma, nós mulheres e os homens gays sempre seremos as principais vítimas da AIDS.

Um homem se curou de AIDS após um transplante de medula óssea de uma pessoa extraordináriamente imune ao vírus;

Um casal aidéticos, que fazem tratamento, resolvem ter um filho e a criança nasce sadia, sem o vírus;

Um homossexual sadio vive casado com um parceiro com AIDS… Maravilhas que a matéria do Fantástico mostrou, é o “show da vida”!

Só que nos bastidores desse show a doença continua por aí, se espalhando cada vez mais, agindo, matando.

Para a indústria farmacêutica, será maravilhoso se aumentar cada vez mais o número de portadores do vírus.

Mas viver escravizado, dependente de remédios que dão efeitos colaterais terríveis, não é maravilhoso.

Maravilhoso é ser saudável.

AIDS NÃO TEM CURA! AIDS MATA! QUEM VÊ CARA, NÃO VÊ AIDS!

USE CAMISINHA!

Os comentários estão fechados.