Feliz Dia da Mulher! 8 MARÇO DE 2017

Um Feliz dia da mulher para…
1 AS “Belas, Recatadas e do Lar” que suportam as críticas e as pedradas jogadas por aquelas que invejam a vida de vocês;
2 As feministas comunistas/socialistas, que mesmo sendo tão agressivas quanto os homens e chamando de machista e se enfurecendo com qualquer uma que não concorde 100% com o que dizem, tem realmente uma boa intenção.
3 As avós que criam os filhos das “mães solteiras” , desquitadas, separadas , depreciadas, desprezadas, etc…que costumam bater no peito com orgulho dizendo “crio meu filho sozinha” ou “sou pai e mãe” , omitindo a ajuda das senhoras. Elas são as mais lembradas, parabenizadas e festejadas nesse dia e no dia das mães e isso é lindo mas, ninguém lembra de quem as ajudou… Mesmo que as filhas mal agradecidas e também as netas que repetirão o mesmo que fazem/fizeram as mães não reconheçam o esforço das senhoras, acreditem, vocês são GRANDES MULHERES.
4 As mães de homossexuais, bissexuais, transgêneros, etc… e também deficientes físicos e/ou mental. Vocês são heroínas, são as mães daqueles que nenhuma mulher gostaria de ter como filhos, que ninguém gostaria de ter colocado no mundo ou vir a colocar. A luta de vocês é árdua e todos reconhecem, mas ninguém pode aliviar. Vocês tem que fazer o trabalho mais difícil para uma mãe: criar filhos para um mundo que não os quer.
5 As mães dos viciados em drogas que não mimam e nem passam a mão na cabeça, que tratam com o rigor necessário. O mundo de gente hipócrita as condena quando as senhoras internam os filhos, amarram, espancam ou expulsam de casa…condenam por não aceitarem ver um filho se matando e prejudicando os outros ao seu redor. Siga firme, jamais se culpe pelo filho ser assim porque VOCÊ SABE QUE isso foi escolha dele e não bobagens como “predisposição a dependência química” , “sociedade injusta” , “mal educação dos pais” , “carma de vidas passadas” , “encosto” , “macumba” , “possessão por exu caveira” , “influência de Satanás”..uma infinidade de bobagens. Continue firme! Se seu filho um dia conseguir se livrar do vício, você sentirá que a sua guerra foi vencida…mas se caso isso não ocorrer saiba que cumpriu o seu papel de mãe.
5 As PUTAS , aquelas que não tem “mimimi” de serem chamadas assim ou de “periguete” , “piranha” , etc…As que gostam de ostentar sua beleza no dia a dia com roupas sexy, nas redes sociais com fotos sensuais. Aquelas que não se importam com os homens “assediando” na rua e em todos os lugares. Aquelas que usam sua beleza e simpatia para a sua sobrevivência ou para melhorar de vida. Vocês são rotuladas com nomes ridículos como “Maria chuteira” e outros, dependendo do campo de ação. Às mulheres às invejam, os homens as desejam e os gays as imitam e copiam às vezes em cópias bem fiéis…enfim vocês sabem que infelizmente nunca terão uma amiga ou amigo gay realmente fiel em quem possa confiar, mas mesmo assim seguem de cabeça erguida. Mesmo de um jeito pouco ortodoxo vocês, quando resolvem ser mãe, sempre fazem por onde dar um futuro melhor para os filhos.
6 e finalmente à Vocês, mulheres inteligentes! Vocês que sabem que mulher não conquistou porra nenhuma, os homens decidiram obrigar a gente a trabalhar fora de casa quando mandaram os peões para a guerra, depois “eles” decidiram que nós deveríamos começar a votar porque era claro que seríamos a maioria da população e a população mais produtiva. Você que sabe que somos nós quem criamos os homens machistas e também todos os outros tipos pois somos nós que educamos desde o berço até a escola e a mão que balança o berço é a mão que rege o mundo. Vocês sabem que se não fosse uma mulher lá no tempo das cavernas se cansar de caçar e criar os filhotes sozinha, sendo vítima de machos que a violavam e matavam seus filhotes ter usado a inteligência e ter proposto a um macho alfa um consórcio onde ela serviria a ele a companhia, fidelidade absoluta (copular apenas com ele), continuação da sua vida pela descendência, em troca de proteção e de que ele fizesse o “serviço pesado externo” , (tendo que fazer desenhos na parede da caverna para que ele entendesse) e tivesse conseguido o milagre de convencer o animal bruto de que era um excelente negócio (e tudo isso pensando no bem estar futuro dos seus filhotes) foi o que deu origem à uma coisa chamada “família” que foi o que deu origem a “sociedade” e até hoje segue sendo a sua base. Nós inventamos o machismo, as guerras, a prostituição, a penitência e também as ciências, a caridade, o amor e o perdão. O homem saiu e ainda sai do ventre de uma mulher e também é criado, educado pela mulher. A gente o molda da maneira que quisermos, infelizmente a maioria não é inteligente e molda mal.
Enfim, vocês sabem que tudo começou, continua e vai continuar por nós e pela nossa regência. E tudo o que fazemos de bom, é feito para garantir uma vida melhor para os nossos filhos e netos como tudo o que faz todos os tipos de mulheres citadas aqui. Vamos nos aceitar e respeitar umas às outras mesmo com nossas diferenças.
O mundo é nosso a gente não sentou no trono ainda porque queremos deixar os nossos FILHOS, OS HOMENS serem humanos, no momento que vermos que não vão mesmo deixar de serem animais a gente senta e assume de uma vez. Enquanto isso a gente vai escolhendo a roupa e a maquiagem para esse momento especial rsrsrs…

Como Deixar os Homens aos seus Pés

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Acabei de ler o livro de Marie Forleo “Deixe os Homens aos Seus Pés”, um excelente guia para levantar a autoestima de quem anda meio desanimada, desconfiada e sem esperanças de ainda vir a ter um relacionamento feliz com um homem. Essa história de deixar os homens aos seus pés é nada mais nada menos que se transformar numa mulher auto suficiente e realizada, ou seja, o tipo de mulher mais atraente para os homens, o tipo de mulher por quem os homens se jogam aos pés.  Publico aqui os melhores trechos do livro na minha opinião:

Sobre continuar apegada ao passado, aos relacionamentos que não deram certo

É em situações de decepção que tomamos decisões mentais que limitam o que é possível fazermos no futuro. O problema é que, embora sigamos adiante no tempo, geralmente nos esquecemos das decisões tomadas, aquelas velhas decisões que nos impedem de nos sentirmos completamente vivas e capazes de nos conectarmos em nossos relacionamentos de verdade.

Como um computador velho, nossas mentes estão com os softwares desatualizados. Investigar o nosso pensamento-problema é como fazer uma atualização de software mais que necessária. Quando olhar, você verá que as informações que as nossas mentes contêm – especialmente sobre homens e relacionamentos – não estão apenas desatualizadas, mas são completamente contraditórias ao que dizemos e queremos agora.

Sobre como melhorar o humor pra se tornar mais atraente

A vida é AGORA. a VIDA SÓ PODE SER AGORA. Goste você ou não, é isso mesmo. O que você tem na sua vida é esse momento – seu emprego, amigos, família, apartamento, a refeição que você escolhe, o namoro que está tendo (ou não) tudo é realmente isso.(…) Se você encarar a vida dessa forma o tempo todo, experimentará uma mudança quântica em sua realidade. Você ficará mais relaxada, mais presente e inexplicavelmente, mais irresistível. A excelência irá surgir em sua vida sem que tenha de fazer esforço.

As mulheres que vivem um momento após o outro, exatamente como eles são, tendem a ser natural e autenticamente mais irresistíveis que as outras. Em vez de reclamarem, resistirem, queixarem-se ou ficarem presas ao passado, elas mergulham de cabeça, estão completamente vivas e empenhadas para vencer em todas as áreas de suas vidas.

Sobre como gostar mais de sexo

A maioria de nós, percebendo ou não, foi culturalmente condicionada para acreditar que o sexo é ruim. Ainda que confessemos gostar de sexo, estamos tão imersas em uma sociedade que considera o sexo sujo, vergonhoso e pecaminoso que geralmente não nos sentimos confortáveis em falar francamente sobre isso ou agirmos no sentido de desenvolver proativamente nossa perícia sexual.

Sobre como se relacionar melhor com as pessoas

Com que frequência você diz coisas como “Eu senti saudades de você” ou “Você me faz tão feliz”, como uma expressão de verdadeiro apreço em vez de um desejo inconsciente de “atrair” a atenção ou a afeição de alguém? Quanto do seu comportamento é designado para conseguir algum tipo de validação ou aprovação? Como seria ser apenas você?

Pratique ser a ouvinte verdadeira. Note com que frequência você termina a frase das pessoas (mentalmente ou em voz alta) e as interrompe. Imagine que a pessoa que está falando tem uma pérola de sabedoria para lhe contar e que ela mudará profundamente a sua vida. Mas, para recebê-la, você tem de lhe dar completa atenção e permitir que fale sem interrupção. Aceite que ela pode divagar um pouco antes de conseguir realmente chegar à parte boa depois.

Sobre quebrar as regras (não telefonar, não transar no primeiro encontro, etc)

Há vezes em que telefonar para um homem é exatamente o que temos que fazer. Contato visual pode ser muito sexy. Falar pode ser divertido. Sexo no primeiro encontro pode levar a um relacionamento intensamente satisfatório e duradouro. Sair com vários homens pode ser divertido e excitante. Algumas vezes esses comportamentos não funcionam e acabam com a sua irresistibilidade. No entanto, não é por causa de uma “regra”. É por causa de quem você está sendo quando telefona, olha, transa, sai com alguém.

(…) Os homens perdem o interesse quando notam desespero e carência. Então, se você está dando uma de desesperada e carente quando telefona, sim, ele perderá o interesse. Se você tem a ideia de que um relacionamento salvará você, sim, ele perderá o interesse. (…)Também não se esqueça que os homens são caçadores naturais que adoram uma boa caçada. Não lhes furte o prazer de seguir seus instintos masculinos.

Sobre sonhos e ilusões sobre o amor

Se você quer garantias no amor, então você não quer o amor.(…)Esperar garantias no amor é ser irrealista. Procurar alguém que prometa ou garanta que vai amar você para sempre coloca uma enorme e irreal pressão sobre a pessoa (e sobre você) para fazer alguma coisa que nós somos incapazes de fazer – continuar as mesmas.(…)A vida não dá garantias. Nós nunca sabemos o que vem pela frente. Tudo o que podemos fazer é aproveitar nossas vidas imediatamente, momento a momento, e dizer a nossa verdade conforme ela aparece.(…)

Se você quer se casar e ter uma família porque acha que essa é a garantia de que ele irá amá-la para sempre ou que finalmente vai conquistar a segurança financeira que tanto sonhou, você pulou a parte em que eu disse que se você quer garantias no amor, você  não quer o amor(…)

A mor verdadeiro e duradouro nasce da autenticidade, da comunicação e da disposição de se entregar completamente a outro ser humano.

(…)Não há nada mais sexy que uma mulher que é descaradamente ela mesma – honesta a respeito de seus sentimentos, autêntica em suas expressões e segura o suficiente para expressar suas inseguranças quando elas aparecem.

Sobre o nosso Príncipe Encantado ou Homem Ideal

Idealizar o Homem Perfeito torna quase impossível atrair o homem certo para você.(…) Consciente disso ou não, seu ideal do Homem Perfeito está lhe afastando dos milhares de homens disponíveis e adoráveis. Ele age como se um filtro restritivo selecionasse, classificasse e fizesse uma triagem das pessoas com quem você irá pensar em sair. Essa é uma barreira autoimposta ao amor e elimina a possibilidade de muitas mulheres terem um relacionamento mágico. Seu ideal provavelmente já se transformou em uma fantasia mental.(…)

Você está pronta para se livrar do que você acha que irá fazê-la feliz para poder descobrir algo mais estimulante, íntimo e afetuoso do que você já imaginou? Você é corajosa o suficiente para ter um relacionamento real com um homem de verdade? E se a ideia do homem Ideal for completamente falsa? E se não existir o Homem Errado? E se cada relacionamento – não importa o quanto dure – contém uma lição valiosa que proporcione uma oportunidade para crescer e desenvolver o seu “eu” sublime?(…)

(…)E se alguém que você jamais imaginou nem em seus sonhos mais loucos estivesse bem aí, na esquina, esperando por você, se desse abertura para ele? Por que impor barreiras ao amor?

Sobre traumas de infância, dramas familiares e amorosos

Se você está presa naquela história de que os seus pais erraram com você, só está se limitando seriamente ao que é possível em termos de amor e relacionamento. Dessa forma, você põe um fim à sua irresistibilidade porque ainda não está se comportando completamente como uma mulher adulta. Em vez de ser um indivíduo único e autêntico, você está presa à ideia de não ser igual aos seus pais.(…)

Se temos a ideia de que o nosso pai nos criou de forma errada, tenha ele feito isso ou não, ou é um “mau pai”, nós continuaremos a projetar aquela imagem masculina defeituosa em todos os homens que encontrarmos.Não fará diferença se é um amigo, chefe, empregado ou amante. Inconscientemente você presumirá que eles irão machucá-la, prejudicá-la ou, por causa do gênero masculino deles, que simplesmente não são confiáveis.

(…)Liberte a sua irresistibilidade parando de contar histórias. O que inclui tanto histórias de ex-namorados, ex-maridos, da infância, como ideias autolimitantes que conta para si mesma (você sabe: “eu não sou atraente”, “eu não sou boa o suficiente” etc.) Se você é uma contadora de histórias crônica, tente se livrar disso e note o que está acontecendo ao seu redor. Fale a respeito de comida, decoração, música, amigos em comum, filmes ou eventos atuais. Compartilhe as coisas pelas quais é apaixonada. Permita que os homens experimentem quem você é agora em vez da sua história(…) O passado acabou. Morreu. Já era. Sua vida é agora. Quando você para de contar histórias e se permite simplesmente ser quem você é agora mesmo, imediatamente você se torna mais viva, mais irresistível.(…)

Você coleciona um conjunto de mágoas passadas que alega habilmente ter superado ou que provam o quanto a vida foi difícil para você, na esperança de criar intimidade ou admiração em um homem? Quão irresistível você seria se abandonasse seu passado? Você se sentiria mais autêntica e segura? Sem a sua história, quão mais fácil seria fazer com que um homem realmente e genuinamente desejasse você?

(…)Reclamar, tanto silenciosamente como em voz alta, é o maior repelente de homens. Quando você reclama, está lutando contra a realidade; está dizendo que a vida não é como voc~e acha que ela deveria ser. (…) Sabendo disso, fica fácil entender que os homens são atraídos por outras coisas além da aparência de uma mulher. Eles são atraídos pela forma como você os faz se sentirem. As mulheres que não reclamam fazem os homens se sentirem bem porque elas mesmas se sentem bem.(…)

(…)Quando você retira a atenção de si mesma e do seu diálogo interior, as pessoas notam. Encontros casuais podem se transformar em amizades, contatos profissionais e até mesmo relacionamentos(…)

O ÚLTIMO TANGO

Sempre desconfiei que o sonho de todo homem problemático é encontrar uma moçinha imbecil e submetê-la a todas as suas taras para se resolver psicologicamente. Depois de assistir ao filme O ÚLTIMO TANGO EM PARIS eu tive a certeza.

maria e brando

Marlon Brando interpreta o sujeito problemático inconformado por sua esposa, que era uma puritana, tê-lo traído embaixo do seu nariz e cometido suicídio. Ele encontra uma inocente e imbecil aspirante a atriz e inicia com ela um relacionamento doentio, submetendo-a a uma espécie de tortura e castigo que ele queria ter imposto a sua esposa em vingança pela traição ao mesmo tempo que a usa para se autoafirmar como homem. Os pontos mais marcantes do filme sem dúvida são: a hora em que ele faz cruelmente sexo anal com a garota lembrando do quanto a falecida esposa amava a igreja e julgava aquilo um ato abominável (a famosa “cena da manteiga”) e o momento em que ele depois de uma conversa com o amante da esposa descobre que o sujeito é gay, faz a menina o “socratizar” (enfiar o dedo em seu anus).

Mas o protagonista não é o único personagem insano do filme, há também o namorado da garota, um aspirante cineasta que está rodando uma espécie de documentário sobre a vida da própria namorada, fazendo-a recordar de toda a sorte de lembranças de seu passado. Enquanto o viúvo tarado a força viver uma situação de fuga absoluta da realidade e ocultação da identidade, o outro a força a fazer um mergulho absurdo na própria realidade buscando a sua real identidade. O resultado não poderia ser outro: a garota perde a sanidade.

Todos os dias, nas faculdades, Bibliotecas, praças, parques e na internet, em salas de bate papo, em sites de relacionamentos homens casados cornos e mal resolvidos sexualmente procuram por uma Jeannie (a protagonista do filme).

Curioso que até Maria Schnider a atriz que protagonizou o filme se sentiu usada, ela chegou a declarar que o seu trabalho nesse filme lhe causara o maior arrependimento de sua vida, que arruinara a sua carreira e que  Bertolucci (o diretor) era um “gangster cafetão”. Com relação a famosa cena da curra, a “cena da manteiga” ela declarou:”Eu deveria ter chamado meu agente ou meu advogado ao set, porque não se pode forçar alguém a fazer algo que não esteja no roteiro, mas na época, eu não sabia disso. Marlon me disse: ‘Maria, não se preocupe, é só um filme’. Mas durante a famosa cena, mesmo que ele não estivesse me possuindo realmente, eu me senti humilhada e as minhas lágrimas eram verdadeiras. Me senti algo estuprada, tanto por Brando quanto por Bertolucci. Após a cena, Marlon não me consolou nem se desculpou. Felizmente, foi gravado em apenas uma cena.”

Enfim, mais um filme que mostra como é difícil ser mulher num mundo de homens problemáticos.

 

O QUE FAZ OS HOMENS SE AFASTAREM

Se você anda se sentindo como se estivesse lambuzada de uma espécie de “repelente de homens”, porque seus relacionamentos nunca dão certo, eu separei um trecho do livro “Como deixar os Homens aos seus pés” de Marie Forleo que talvez possa ajudá-la, leia!

Carência, o maior repelente de homens

Quando foi a última vez que você ouviu um cara dizer: “Adivinhe? Eu encontrei essa gostosa carente ontem à noite!”. Provavelmente nunca. Porque ser carente é o maior repelente de homens. Se você acredita que está incompleta e espera que um relacionamento resolva os seus problemas, você está sendo carente. Os homens notam essa carência e irão efetivamente repeli-la.

Aqui estão alguns comportamentos clássicos de carência para identificar:

• Mandar e-mails ou telefonar obsessivamente (especialmente para verificar e saber se “está tudo bem”).

• Verificar a sua caixa de mensagens e de e-mails compulsivamente.

• Dizer a um homem que “você precisa dele para ser feliz” ou que “ele a faz tão feliz”.

• Dizer incessantemente “fiquei com saudades…”.

• Perguntar toda hora onde ele está e o que está fazendo.

• Ter “acessos de raiva” silenciosos ou não quando ele não lhe dá total atenção.

• Desejar insaciavelmente que ele aprove como você está vestida e o que está fazendo.

A carência vem do desespero e é um grande balde de água fria. Esse hábito transcende o comportamento e também é energicamente transmitido como ondas de rádio que os homens ouvem em alto e bom tom. Então, mesmo que você evite ligar de forma obsessiva ou fique verificando seu e-mail compulsivamente e finja que está controlada, ele sentirá a sua verdadeira energia desesperada e irá pular fora.

Outro ponto importante é que essa carência pressiona bastante um homem. Ele sentirá uma exigência constante para ter um bom desempenho perante você, ser perfeito, ou corresponder ao seu modelo idealizado dele, ou seja lá o que for. Se ele comete um “erro”, não apenas terá de lidar com as suas próprias consequências, mas irá sentir-se responsável pela sua felicidade também.

Além disso, quando você tem a falsa ideia de que precisa dele para ser feliz ou fala para ele várias vezes que ele a faz feliz, você desperdiça todo o seu poder. Seu bem-estar está constantemente à mercê de outra pessoa. Você fica menos poderosa, e uma mulher sem poder, minha querida, é qualquer coisa menos irresistível.

 

Insegurança constante

“Eu pareço gorda com essa roupa?”

“Você ainda me ama?”

“Você acha que ela é mais bonita do que eu?”

“Eu sou bastante atraente para você?”

A insegurança constante deixa os homens furiosos e alimenta a ilusão do seu ego de que você é deficiente em alguma coisa e “menos que” alguma coisa. Quando você acolhe os pensamentos de insegurança, você cava um buraco sem fundo que nunca pode ser preenchido, independentemente de quantas promessas receba. Isso acontece porque a ideia de que você é “menos que” é falsa. Ela é uma ilusão. Uma ilusão nunca pode ser eliminada porque, antes de tudo, não é algo real.

Insegurança e falta de confiança pertencem ao conjunto humano natural de emoções e nunca desaparecerão completamente. Tenha certeza que todo mundo no planeta tem sentimentos de “Eu não sou boa o suficiente” aqui e ali. A chave para ser irresistível não é favorecer ou impedir que esses pensamentos surjam. Não resista a eles também! Simplesmente permita-se notar ou observar aqueles sentimentos e dizer “Hum… não é interessante?”, ou, melhor ainda, “Estou pensando naquilo de novo… e daí?” e redirecione a sua atenção para o exterior. Quando surgirem sentimentos de insegurança, permita-lhes simplesmente passar pela sua mente como nuvens flutuando pelo céu.

Não bloquear pensamentos inseguros é uma habilidade que pode ser aprendida e sem dúvida uma obrigação, se você quer ser irresistível. É como se você pudesse tanto investir em sua falta de confiança como na sua irresistibilidade. Eu sugiro a última.

Aqui está uma dica: se você acha que aparenta estar gorda quando usa determinada roupa, provavelmente você está mesmo. Eu sei que parece cruel, mas é verdade. Nem todas as roupas foram feitas para todos os tipos de corpo. Prefira roupas em que você sabe que fica fantástica e que ressaltem seus atributos. Abra o guarda-roupa com uma amiga de confiança e elimine as roupas que fazem você se perguntar: “Eu pareço gorda?”.

Aqui está outro ponto importante. Não importa o quão magra, bem-sucedida ou atraente você seja, a insegurança não desaparece. Isso acontece porque você nunca consegue discernir um falso pensamento interno de uma realidade externa. É como tratar o sintoma em vez de curar uma doença. O modo de curar a doença da insegurança é se permitir sentir-se insegura (em outras palavras, não resistir a ela).

Mas também não insista nela. Em vez disso, direcione a sua atenção para o que está acontecendo ao seu redor. O que pode significar ouvir uma conversa até o fim, ou tomar uma atitude de organizar a sua mesa. Onde quer que você concentre a sua atenção, a energia flui. Se você simplesmente notar pensamentos de insegurança sem tomá-los como pessoais ou fazer com que eles adquiram algum significado, verá que eles ocorrerão com menor frequência. Você também fortalecerá a sua habilidade de permanecer presente e comprometida em sua vida – que é a chave para libertar a sua autêntica irresistibilidade.

Para ser honesta, a maioria de nossos pensamentos é pura tagarelice mesmo (sim, é um termo científico). Nada tem sentido, além daquele que atribuímos. Com a prática, podemos treinar para não levar nossos pensamentos tão a sério ou para o lado pessoal – especialmente os que não são estimulantes. Quando eles aparecerem, simplesmente diga “Obrigada por me avisar”, e siga a sua vida.

PRIMEIRO AMOR

Há poucos dias atrás, estava numa reunião e o responsável por conduzir a sessão lançou a seguinte pergunta à todos os presentes: “Quem se lembra da sua primeira paixão? Aquela primeira de todas, lá na infância…”

E não é que a minha cachola pôs-se a  fuçar nos arquivos velhos e eu me lembrei do meu primeiro amor? Aconteceu – pasmem – na época do prézinho, foi por um menino chamado Érik .

Bem, vou contar a história: Um dia, do nada, depois das aulas já terem se iniciado há algum tempo, surgiu na escolinha o garoto Érik; um belo menino magrinho, de pele bem branquinha, algumas sardas sobre o narizinho afilado e um cabelo lisinho e bem pretinho. Ele havia vindo de outra escola e não se enturmou muito com os garotos, ficava meio isolado, brincando sozinho, assim como eu. Nessa coisa de ficarmos sozinhos no mundo da lua, terminamos nos trombando e aí iniciamos a nossa amizade. Eu não me lembro de quase nada dos nossos momentos juntos, sei que ficávamos conversando sobre televisão, fazendo desenhos e lendo -nós éramos os únicos que já sabíamos ler na escolinha – mas teve um momento específico que ficou registrado na minha memória e acho que para sempre:

Certo dia na hora de escovar os dentes depois do lanchinho do recreio – lanchávamos juntos – eu e ele, atrasados como sempre, quando todos já haviam voltado para as salas, fomos para o banheiro escovar os dentes juntos, na mesma pia (a escola funcionava em uma casa grande e não em um prédio construído para ser escola, como muitas escolas infantis de bairro) e então aconteceu o momento que fez o meu coração palpitar… talvez você que está lendo isso, ache nojento, mas pra mim foi romântico: Bem, foi assim, estávamos escovando os dentes e na hora de cuspir a pasta percebemos que nós dois estávamos com o nariz escorrendo (sofríamos de bronquite), então ele abaixou o rosto na pia de forma que a coriza ficasse “pendurada”, propôs que eu fizesse o mesmo e eu fiz, logo em seguida com os dedinhos em forma de tesoura ele disse: “Olha a tesourinha!” e aí “cortou” a minha coriza e a dele. Eu ri da brincadeira e lavei o nariz, então ele desceu o rosto de novo, o nariz escorreu e ele disse: “Agora é a sua vez!”… eu morria de nojo de abraçar e beijar, quanto mais colocar a mão numa coisa nojenta e ainda por cima de outra pessoa… mas aí ele lançou aquele olhar e eu fiz a tesourinha com os dedinhos e…tick! Caímos na risada e eu senti como se tivesse feito uma das coisas proibidas, “impróprias”, como dizia meu pai, coisas que homens e mulheres faziam às escondidas. “Você fica bonita quando dá risada desse jeito!”, disse ele e então a minha carinha pegou fogo… ficamos olhando um para o outro e depois nos olhamos no espelho…mas aí uma das “tias” bateu na porta do banheiro e acabou com o nosso idílio. Limpamos o nariz correndo, lavando com água, secamos bem, como se estivéssemos tentando esconder a prova de um crime e voltamos pra sala.

A cada momento durante a aula em que eu olhava pra ele ou ele olhava pra mim, ele fazia a tesourinha com os dedos e eu segurava o riso, para a professora não dar bronca; e os colegas não entenderam nada…era um segredinho só nosso.

Na semana seguinte, não tenho muita certeza, Érik desapareceu. Perguntei para as professoras e as malas sem alça não me respondiam. Estava chegando o dia da festa junina, eu havia planejado dançar a quadrilha com ele e quando fora comprar a roupa de caipirinha com minha mãe, havia escolhido um vestido lindo de flanela cor de vinho e mangas longas e também uma meia calça azul marinho a cor dos detalhes do desenho xadrez do vestido, para ficar bem bonita ao lado dele. No dia do primeiro ensaio colocaram como meu par um menino magricela loiro, branco como um morto-vivo e então eu perguntei: “Cadê o Erik?” e finalmente a professora respondeu que ele havia mudado de escola para uma escola mais cara e que “não voltaria mais”… senti o chão se abrir sobre os meus pés… Pedi para ir no banheiro, porque jamais poderia deixar que os outros me vissem vulnerável, chorei um pouco, afinal fui treinada por um pai violento a segurar o choro e voltei com o semblante impassível de sempre para o ensaio da quadrilha. Ensaiei com a maior má vontade do mundo, do mesmo jeito que fazia quando ia pular corda ou fazer aqueles outros exercícios idiotas com bolas -que infelizmente tiver que ser obrigada a fazer de novo no teatro – fui até cruel com o pobre do garotinho que foi meu parceiro (na semana seguinte eu aliviei com ele, coitadinho, era muito bonzinho).

Quando cheguei em casa, à noite, na hora de dormir, depois que me certifiquei que meu pai , estava dormindo – ele não admitia o choro, se flagrasse chorando, tomava uma surra –  desabei, chorei horrores, mas baixinho, alí, debaixo das cobertas, escondidinha, pra ninguém ver.

Eu nunca mais voltei a ver o Érik, a casa onde funcionava a escola, hoje em dia, nem existe mais, foi demolida pra fazerem um prédio no lugar. Eu não tenho a menor ideia de quanto tempo ele passou na escola, se foram meses ou apenas quinze dias – quando somos crianças a contagem do tempo ocorre de forma diferente na nossa mente – só sei que foi tempo o suficiente para se tornar inesquecível.

primeiro amor

Por que eles não gostam das boazinhas?

Lendo o livro “POR QUE OS HOMENS AMAM AS MULHERES PODEROSAS” (Sheryl Argov), uma pergunta veio à minha cabeça: “Por que eles não gostam das boazinhas?”

A descrição da mulher boazinha feita no livro é a da “mulher ideal” de algumas décadas atrás.É um bom livro, vale a pena ler.

Mas, se você ainda estiver dolorida com uma rejeição recente, prepare-se: você pode vir a chorar ao ler algumas coisas. Muito provavelmente você irá descobrir onde foi que errou na relação em que você estava, verá a descrição da bobagem que você fez ou falou.

Nenhuma surpresa, o livro traz aquelas dicas de sempre de como seduzir e ter um bom relacionamento com os homens .

Em suma, este livro ensina o que nossas tataravós, bisavós e avós sabiam fazer e que nós mulheres dos tempos modernos desaprendemos por cair nessa esparrela de que os homens de hoje em dia são mais sensíveis e compreensivos só porque não escondem mais o choro nos momentos de emoção (campeonatos de futebol, resgate de animais e pessoas em situações de risco,etc) nem os brinquedos e os hábitos infantis (colecionar brinquedos, assistir desenho animado, jogar videogame,etc.). Pois é, caímos nessa esparrela e na conversa das feministas, passamos a acreditar que poderíamos conquistar os homens expressando os sentimentos, sendo sinceras…tremenda burrice!

Você acha que não é uma “boazinha”? Leia o quadro na imagem abaixo e veja se você já não teve alguma atitude de boazinha.

mulher poderosa

DANDO UMA SEGUNDA CHANCE PARA O AMOR

Que existem muitos cafajestes e FDPs no mundo a gente sabe, só que tem uma coisa que muitas mulheres estão esquecendo: também existem homens bons. Sim, eles existem, são poucos mas existem.

E eles não são todos feios, daquele tipo que até a própria sente pena, alguns são bonitos.

Onde estão eles? Estão por aí, mas se a mulher ainda estiver sentindo as dores de um coração partido, de uma rejeição cruel, pode não conseguir enxergá-los e caso consiga encontrar um deles, pode perdê-lo.

Transcrevo aqui um trecho do livro “Straight talk, no chaser” de Steve Harvey que fala sobre isso.

 

Você não vai conseguir o homem que deseja se continuar a manter todo o lixo – e toda a bagagem do último cara que agiu mal com você, um ex de quem você não se afasta – em sua vida. Não haverá espaço em seu coração se o cara com quem estiver namorando, mesmo que não seja o cara certo para você, continuar por perto. Vocês podem se tocar de vez em quando e fazer coisas para que o outro se sinta bem, mas no fundo você está solitária, ele não está ao seu lado quando você precisa, e essa relação não vai chegar a lugar algum.

Isso vale também para as coisas que estão bloqueando seu coração e sua mente, impedindo que você fique disponível para uma nova pessoa – um divórcio, a amargura pela relação que deu errado, o apego ao mito de que todos os caras legais já estão comprometidos, a idéia de que é melhor ter vários homens com quem se divertir do que tentar fazer uma relação funcionar. Tudo isso mantém seu coração obstruído – faz com que você procure em todos os caras que conhece as mesmas coisas erradas que acabaram com suas relações anteriores; você se apega à amargura, continua pensando nas coisas ruins, quando deveria se concentrar em procurar coisas boas.

Você precisa parar de procurar todos os sinais de que esse novo homem irá magoá-la. Esqueça a mágoa, a raiva e o ressentimento deixados pelo divórcio/separação. Chame o reboque e mande embora todo esse entulho; prepare-se para receber o homem que a merece.

Para isso, você primeiro precisa esquecer todos os estereótipos que sempre pintam os homens com características negativas. Ao contrário da crença popular e de todas as informações passadas pelas mulheres de uma geração para outra: existem homens bons. Não há como saber isso pelas histórias sobre homens que as mulheres contam umas às outras: “Todos os que valem a pena têm dona”, “Os homens não querem assumir compromissos, só querem se divertir”, “Eles só querem fazer sexo com o maior número possível de mulheres, sem se preocupar com nossos sentimentos”. Se continuar ouvindo essas histórias, você irá internalizá-las e transferir os estereótipos para todos os homens que surgirem à sua frente – independentemente de se encaixarem no molde ou serem sua antítese. Uma vez gravada essa imagem na sua mente, você definirá a postura com que irá se apresentar aos homens que cruzarem seu caminho. Você sabe como funciona: ele pode encontrá-la em uma gloriosa tarde de sábado no parque – o sol está brilhando, os pássaros cantam, ele é charmoso, engraçado, inteligente e bonito, exatamente como você quer, mas lá no fundo você continua considerando as histórias que suas amigas contaram. Quando ele disser a primeira coisa errada, você começará a fazer especulações e mudará sua postura. De repente, o sorriso dá lugar a uma atitude defensiva. Desaparece também a graça. A esperança acaba, e surge a preocupação. Tudo porque ele disse que não está pensando em casamento agora ou que não quer ter filhos por enquanto. E podia estar querendo dizer: “Não quero casar antes de terminar a faculdade”, mas, como você estava pensando em todos os estereótipos, ouve:”Não quero me casar nunca.”

Você acaba criando uma muralha com arame farpado no alto. Pode ter certeza de que poucos homens estarão dispostos a escalar um obstáculo desses. Sua postura, sua abordagem, sua energia não são acolhedoras – não há nada que diga aos seus pretendentes: “Estou disponível e, em condições adequadas, aberta ao amor.”